Dr. Guilherme Macedo
Oftalmologista especialista em Uveíte, Retina Clínica e Doenças Inflamatórias Oculares
Sua visão merece um cuidado especial.
O Dr. Guilherme Macedo é oftalmologista com subespecialização em uveíte, retina clínica e ultrassom ocular, formado na UNIFESP e no Wilmer Eye Institute (Johns Hopkins) dos Estados Unidos, com expertise em casos complexos, possivelmente associados à doenças sistêmicas.
Quem é o
Dr. Guilherme Macedo
O Dr. Guilherme Macedo é médico oftalmologista subespecialista em uveíte, retina clínica e ultrassom ocular. Formado em grandes centros de referência nacionais e internacionais, ele se dedica ao cuidado integral da visão, decifrando doenças do corpo a partir dos olhos.
Com experiência no manejo de casos complexos e desafiadores, seu compromisso é oferecer diagnósticos precisos e soluções seguras, sempre com empatia, clareza e responsabilidade.
CRM SP 211038 | RQE 111556
Presencial na Vila Mariana, São Paulo
Teleconsulta disponível
Atende todas as idades
Formação e Credenciais
Uma formação de referência nacional e internacional.
O Dr. Guilherme Macedo realizou sua formação nas instituições mais renomadas do mundo em oftalmologia e doenças inflamatórias oculares.
Reconhecimento Acadêmico e Produção Científica
Médico. Pesquisador. Professor. Palestrante.
O Dr. Guilherme Macedo não apenas trata, ele contribui para o avanço da medicina oftalmológica. É colaborador voluntário dos ambulatórios de Uveítes e Ultrassonografia Ocular da UNIFESP, professor do curso preparatório para a Prova de Título em Oftalmologia – OftReview e autor de publicações científicas em revistas internacionais, palestrante frequente dos principais congressos científicos.
Atypical pattern of ocular toxoplasmosis: recurrent inner foveal toxoplasmic retinitis (RIFTER). International Journal of Retina and Vitreous,
Neuroretinitis: A Rare Manifestation of Acute Ocular Toxoplasmosis in a Child. Ophthalmology Retina,
Not Always Toxoplasmosis: Active Retinochoroiditis Presumably Secondary to Herpes in Eyes with Hyperpigmented Retinochoroidal Previous Scars. Ocular Immunology and Inflammation.
Pesquisador ativo nas doenças mais raras e complexas da retina e da úvea, o que se traduz diretamente na qualidade do diagnóstico que você recebe.
Reconhecimento Acadêmico e Produção Científica
Médico. Pesquisador. Professor. Palestrante.
O Dr. Guilherme Macedo não apenas trata, ele contribui para o avanço da medicina oftalmológica. É colaborador voluntário dos ambulatórios de Uveítes e Ultrassonografia Ocular da UNIFESP, professor do curso preparatório para a Prova de Título em Oftalmologia – OftReview e autor de publicações científicas em revistas internacionais, palestrante frequente dos principais congressos científicos.
Atypical pattern of ocular toxoplasmosis: recurrent inner foveal toxoplasmic retinitis (RIFTER). International Journal of Retina and Vitreous,
Neuroretinitis: A Rare Manifestation of Acute Ocular Toxoplasmosis in a Child. Ophthalmology Retina,
Not Always Toxoplasmosis: Active Retinochoroiditis Presumably Secondary to Herpes in Eyes with Hyperpigmented Retinochoroidal Previous Scars. Ocular Immunology and Inflammation.
O que Dizem os Pacientes
Confiança construída consulta após consulta
O que os pacientes mais destacam: explicações detalhadas, atenção durante a consulta e eficácia do tratamento.





Patologias Tratadas
Cada olho conta uma história
Veja as principais condições tratadas pelo Dr. Guilherme Macedo. Toque em cada uma para saber mais.
A uveíte é uma inflamação dentro do olho que, muitas vezes, progride sem sintomas evidentes até causar danos permanentes à visão. Ela pode afetar a íris, o vítreo, a retina e outras estruturas internas do olho.
Sintomas mais comuns: olho vermelho, dor ocular, sensibilidade à luz, visão embaçada e moscas volantes.
Por que é grave: Sem tratamento adequado, a uveíte pode causar catarata, glaucoma, edema macular, cicatrizes na retina e até cegueira. O diagnóstico precoce é fundamental.
Tipos tratados: uveíte anterior, intermediária, posterior e panuveíte.
Causas investigadas: doenças reumatológicas e autoimunes, toxoplasmose, herpes, tuberculose, sífilis e outras condições infecciosas ou inflamatórias.
A uveíte não é contagiosa, mas exige atenção especializada e tratamento contínuo.
A toxoplasmose ocular é causada pelo parasita Toxoplasma gondii e é a principal causa de uveíte posterior no Brasil. Ela pode provocar inflamação ativa na retina ou deixar cicatrizes que ameaçam a visão ao longo de toda a vida.
Sintomas: visão embaçada, moscas volantes, manchas escuras na visão, sensibilidade à luz e redução visual.
Atenção: a doença pode voltar. Mesmo anos após o primeiro episódio, o parasita pode se reativar próximo de cicatrizes antigas, causando novos danos à retina.
Tratamento: controle da infecção, redução da inflamação e preservação da visão, com medicamentos, colírios e, em casos selecionados, injeções intravítreas.
Artrite reumatoide, lúpus, espondilite anquilosante, artrite psoriásica, artrite idiopática juvenil, síndrome de Sjogren, doença de Behçet e sarcoidose podem afetar os olhos, e essa manifestação, em alguns pacientes, surge antes mesmo do diagnóstico reumatológico.
As principais manifestações incluem: uveíte, olho seco (síndrome de Sjögren e outras condições autoimunes), esclerite e retinopatia por medicamentos como hidroxicloroquina.
Atenção especial às crianças: crianças com artrite idiopática juvenil podem desenvolver uveíte silenciosa, sem dor, sem olho vermelho, e perder visão progressivamente sem que ninguém perceba. O acompanhamento oftalmológico regular é obrigatório.
Se você tem dor lombar inflamatória e episódios repetidos de olho vermelho doloroso, isso pode não ser coincidência. As espondiloartrites, especialmente em portadores do marcador genético HLA-B27, estão fortemente associadas à uveíte anterior aguda. A integração entre reumatologia e oftalmologia é essencial nesses casos.
A DMRI afeta a mácula, região central da retina responsável pela visão de detalhes, e é uma das principais causas de perda visual em pessoas acima dos 60 anos.
Sintomas: visão embaçada, distorção de imagens, linhas tortas, dificuldade para ler, reconhecer rostos ou usar o celular.
O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de preservação visual, especialmente na DMRI úmida, tratável com injeções intravítreas.
O diabetes pode danificar os vasos da retina silenciosamente durante anos. A retinopatia diabética é a principal complicação ocular do diabetes e uma das causas mais evitáveis de cegueira no mundo.
Por que é perigosa: nos estágios iniciais, não há sintomas. Quando surgem visão embaçada, manchas ou perda visual, a doença já está avançada. Todo paciente diabético deve fazer exame de fundo de olho regularmente, mesmo sem sintomas.
O vírus herpes simples e o herpes zoster podem afetar pálpebras, córnea, conjuntiva e retina, causando inflamações recorrentes e cicatrizes que comprometem a visão permanentemente. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações.
Na maioria dos casos são benignas, mas podem indicar rasgo ou descolamento de retina. Busque avaliação urgente se aparecerem muitas de repente, acompanhadas de flashes de luz ou uma cortina na visão.
Essenciais no tratamento de uveítes e inflamações, mas potencialmente perigosos sem acompanhamento, especialmente em casos de herpes ocular. Nunca use colírios com corticoide por conta própria.
Com anestesia em colírio, o procedimento costuma causar apenas desconforto leve. É utilizado no tratamento de DMRI úmida, edema macular diabético, oclusões vasculares, uveíte e toxoplasmose ocular.
Pode ser alergia leve ou uveíte, glaucoma agudo, ceratite, esclerite. Procure avaliação urgente quando vier com dor, sensibilidade à luz, visão embaçada, perda visual ou uso de lentes de contato.
Por que o Dr. Guilherme Macedo
Uma abordagem que une ciência e cuidado
• Formado na UNIFESP e no Wilmer Eye Institute, Johns Hopkins Hospital (EUA)
• Subespecialista em uveíte, retina clínica e ultrassom ocular
• Autor de publicações científicas em revistas internacionais
• Professor homenageado pelos alunos da UNIFESP (58ª e 59ª turmas)
• Atuação integrada com reumatologia, infectologia e clínica médica
• 5 estrelas em avaliações verificadas de pacientes
• Atende em Português e Inglês. Atende todas as idades
• Presencial em Vila Mariana (SP) e teleconsulta online
Sinais de Alerta
Não ignore esses sintomas
Procure avaliação com urgência se você tiver:
Visão embaçada de início súbito
Dor ocular persistente
Olho vermelho que não melhora
Flashes de luz
Aumento repentino de moscas volantes
Mancha ou cortina na visão
Sensibilidade intensa à luz
Redução visual progressiva
Patologias Tratadas
Ainda com dúvidas?
Na maioria dos casos, não. É uma inflamação intraocular, não uma infecção transmissível.
Sim, se não tratada adequadamente. Catarata, glaucoma, edema macular e cicatrizes na retina são complicações possíveis.
O tratamento controla a infecção, mas a cicatriz na retina permanece. A doença pode voltar, e o acompanhamento contínuo é indispensável. Existe profilaxia para evitar recorrências.
Geralmente não. Com anestesia em colírio, a maioria dos pacientes sente apenas leve pressão ou ardor.
Sim, regularmente. A uveíte silenciosa em crianças com artrite é uma das causas mais subestimadas de perda visual infantil.
Não espere sua visão piorar para agir
Muitas doenças oculares evoluem sem dor ou sintomas evidentes
O diagnóstico precoce faz toda a diferença entre preservar ou perder a visão.
Clarity – Espaço de Excelência Médica
Rua José Antônio Coelho, 801, Vila Mariana, São Paulo
Agendamentos: (11) 91007-0505
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